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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Político linha-dura anti-Ocidente avança na disputa eleitoral do Irã

Saeed Jalili
Na sexta-feira, em seu primeiro comício de campanha, o candidato à presidência do Irã, Saeed Jalili, recebia os aplausos de milhares de jovens enquanto se arrastava até o palco. Seus movimentos são dificultados por uma perna mecânica, uma espécie de medalha de honra recebida durante seus dias como jovem membro da Guarda Revolucionária na grande guerra de trincheira travada entre o Irã o Iraque.

"Bem-vindo, Jalili, nosso mártir vivo", gritou a plateia em uníssono, formada, em sua maioria, por rapazes jovens demais para terem testemunhado o sangrento conflito, mas profundamente mergulhados na veneração nacional aos seus veteranos de guerra. Agitando bandeiras da "resistência" – a cooperação militar entre o Irã, a Síria, o grupo xiita libanês Hezbollah e alguns grupos palestinos –, a multidão gritava o slogan eleitoral do candidato: "Sem concessões. Sem submissão. Apenas Jalili".

Jalili, conhecido como o inflexível negociador do programa nuclear do Irã e protegido do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, está despontando como o suposto favorito na eleição presidencial do Irã, que se realizará no próximo dia 14 de junho – uma perspectiva inquietante para as relações futuras com o Ocidente. Jalili, 47, que segundo muitos analistas vem sendo preparado há muito tempo para assumir uma alta posição na hierarquia de poder do Irã, é de longe o linha-dura mais assumido entre os oito candidatos aprovados para participar do pleito.

Opondo-se "100% ao relaxamento das hostilidades na relação do Irã com o Ocidente" e prometendo não fazer "nenhuma" concessão ao Ocidente em relação a questões como o programa nuclear do Irã e o envolvimento na Síria, Jalili parece decidido a ampliar ainda mais impasse entre o Irã e os Estados Unidos e seus aliados caso seja eleito presidente.

"Ele parece ser Ahmadinejad, parte 2", disse Rasool Nafisi, especialista em Irã lotado no estado norte-americano da Virgínia, referindo-se ao atual presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. "Ele provavelmente não seria um parceiro para a negociação de questões nucleares, como vimos antes, quando ele estava liderando as delegações".

Um analista que vive no Irã, mas que pediu não ser identificado por medo de represálias, disse que Jalili é "o discípulo perfeito de Khamenei".

"Se ele for eleito, eu prevejo ainda mais isolamento e conflito, pois ele não se preocupa com as relações exteriores, a economia nem com coisa nenhuma", disse o analista.

Nas últimas semanas, Jalili tem atraído o apoio declarado do governo do Irã, formado por uma coalizão de clérigos conservadores e por comandantes da Guarda Revolucionária, conhecidos como tradicionalistas. Altos clérigos muçulmanos xiitas começaram a dar declarações favoráveis a Jalili, e uma rede nacional de paramilitares voluntários, a Basij, está atualmente ajudando na organização da campanha eleitoral do candidato.

Também nas últimas semanas Jalili tem sido descrito de maneira mais elogiosa pela agência de notícias semioficial Fars, que é ligada à Guarda Revolucionária, e por dezenas de sites e outros meios de comunicação. Em comparação, atualmente os outros candidatos têm tido algumas de suas apresentações de campanha canceladas por razões obscuras e, frequentemente, eles são submetidos a ataques violentos durante entrevistas concedidas à TV estatal iraniana, enquanto Jalili é saudado por perguntas bem camaradas.

"Ele vai obter facilmente 30% dos votos", disse Amir Mohebbian, analista próximo dos líderes iranianos, que ressalta a influência dos grupos bem organizados que apoiam Jalili. "O restante dos votos será dividido entre os outros candidatos".

Isso levaria a um segundo turno, durante o qual o governo se empenharia fortemente para favorecer Jalili e fazê-lo a vencer, uma vez que, sob a lei iraniana, o presidente deve receber pelo menos a metade dos votos.

As eleições presidenciais do Irã, na ausência de pesquisas de opinião independentes e não submetidas à manipulação, são notoriamente imprevisíveis. Em 2005, Ahmadinejad saiu do nada e venceu o pleito. Em 2009, milhões de pessoas saíram às ruas para protestar contra o que elas afirmavam ter sido uma fraude generalizada na eleição que levou Ahmadinejad de volta à presidência, em detrimento do candidato da oposição, Mir Hussein Moussavi, cuja popularidade era maior.

Mas as principais ameaças à candidatura de Jalili aparentemente foram eliminadas quando os representantes das duas facções políticas influentes no país, uma liderada por Ahmadinejad e a outra, pelo ex-presidente Ali Akbar Hashemi Rafsanjani, tiveram suas candidaturas impugnadas pelo Conselho Guardião, dominado pelos conservadores. Essa decisão ressaltou não apenas a determinação dos tradicionalistas para se consolidarem no poder, como também sua capacidade de garantir o resultado.

Em um artigo de opinião publicado recentemente, Mohebbian disse que, embora a relativa inexperiência em política interna de Jalili o faça parecer um outsider, o apoio do governo do Irã a sua candidatura possibilitou que "as atuais condições criem uma atmosfera que colocará Jalili em uma posição de liderança".

Embora o aiatolá Khamenei seja oficialmente neutro, os discursos e pontos de vista de Jalili se assemelham à visão de mundo de seu líder, que pintam um Irã engajado em uma batalha multifacetada contra o Ocidente.

"O melhor presidente", disse Khamenei na segunda-feira passada, falando a estudantes em uma academia militar, "é aquele que resiste tenazmente ao inimigo e que transformará a república islâmica em um exemplo internacional para os povos oprimidos do mundo".

Jalili, que ostenta uma barba grisalha e prefere camisas sem colarinho, liderou o gabinete do Ayatollah Khamenei durante quatro anos, a partir de 2001, antes de surgir, nos últimos anos, como o principal negociador do programa nuclear do país. Mas pouco se sabe sobre seus pontos de vista relacionados a outras questões.

"Jalili é como uma melancia", disse Mohammad Khoshchehreh, economista e professor da Universidade de Teerã. "Ele parece maduro por fora, mas eu não sei de que cor ele é por dentro".

Em parte devido às sanções ocidentais, a economia do Irã tem sofrido com a alta inflação e o enfraquecimento de sua moeda – mas, durante a campanha, Jalili abordou esses problemas de forma apenas indireta. Durante uma entrevista de TV, transmitida no domingo passado, ele disse que o Irã deveria reduzir sua dependência das receitas geradas pelo petróleo e estabelecer uma "economia de resistência, a fim de frustrar as conspirações contra o Irã".

Esse tipo de argumento deixou os economistas perplexos. "A teoria de Jalili sobre uma economia resistência não significa nada", disse Khoshchehreh. "Se ela se basear numa maior atenção aos nossos pontos fracos, isso pode ser bom, mas nós não temos ideia se ele tem um conhecimento profundo (sobre economia). Nós estamos preocupados com ele".

Na sexta-feira passada, durante o evento de campanha em Teerã, Jalili optou por explicar suas políticas utilizando citações do primeiro imã dos xiitas, o mártir Ali.

"Por toda a região, podemos ouvir o nosso grito de guerra, 'Ya Ali'", disse Jalili, que escreveu uma dissertação sobre a política externa do profeta Maomé. "Nós ouvimos nosso grito de guerra no Líbano, com a vitória do Hezbollah. Nós o ouvimos em nossa resistência contra o regime sionista. Nós conseguimos provar repetidas vezes a nossa força por meio desse slogan".

Enquanto ouviam-se canções saudando as batalhas travadas na cidade fronteiriça de Shalamcheh durante a guerra Irã-Iraque, homens davam socos no ar e gritavam: "O sangue em nossas veias pertence ao nosso líder".

O objetivo do Irã e seus aliados, disse Jalili, é "erradicar o capitalismo, o sionismo e o comunismo, e promover o discurso do Islã puro pelo mundo".

Ele não mencionou diretamente as sanções ocidentais que foram impostas devido ao programa nuclear do país – que o Irã insiste destinar-se a fins pacíficos, mas que, para o Ocidente, é um disfarce para o desenvolvimento de armas nucleares – nem a possibilidade de que as sanções sejam ampliadas em resposta à intransigência de Teerã. Ele também não falou sobre a possibilidade de um maior envolvimento na guerra civil da Síria, onde o Hezbollah, que atua como um enviado de Teerã, recentemente interveio para apoiar o governo sírio.

Se os aliados de Jalili nutrem algum tipo de preocupação sobre o que essas políticas podem significar para a economia iraniana, eles a guardaram para si. "Estamos lutando uma guerra ideológica – ninguém se importa com a economia", disse Amir Qoroqchi, 25, um sorridente estudante de engenharia elétrica da cidade sagrada de Qum. "A única coisa que importa é a resistência".

Durante décadas, os presidentes iranianos estabeleceram um centro de poder alternativo, que frequentemente entrava em conflito com o poder do líder supremo do país e dos membros mais conservadores do governo. Com a ascensão de Jalili e a aparente eliminação dos mais fortes candidatos presidenciais da oposição, aqueles que ficarem do lado perdedor do espectro político iraniano temem pelo surgimento de um desequilíbrio de forças.

As facções republicanas e religiosas autoritárias do governo do Irã "estão e sempre estiveram em conflito dentro do governo", disse Nafisi, especialista em questões relacionadas ao Irã.

22 comentários:

  1. E o atual presidente vai ser preso quando acabar o mandato?

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  2. Saeed Jalili, mais um para a mídia internacional meter o pau.

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    1. E vão meter o malho nele com razão.

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    2. E dele e alguns mais tem razão de reclamarem sim, tem alguns injustiçados, mais tem uns que fazem por merecer ás criticas mesmo.

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  3. Olhem o comentário desse cara que pode ser o novo Presidente do Irã, eu vou copiar e colar o texto: ´´ O objetivo do Irã e seus aliados, disse Jalili, é "erradicar o capitalismo, o sionismo e o comunismo, e promover o discurso do Islã puro pelo mundo".
    Prestem bem atenção em cada palavra do discurso dele, dá para negar o teor altamente imperialista dele? Falam mal do capitalismo por ai erradamente, mais o capitalismo nos trouxe: toda tecnologia que temos, inclusive o PC em que estamos conversando agora, o capitalismo nos trouxe a oportunidade de não ser mais um joguete dependente do estado para tudo, podendo cada um ter seu próprio negócio, e trouxe oportunidade de mercado, abrindo diversas opções, os direitos de minorias são frutos do capitalismo, porque veem nessas minorias capacidades de mercado, tudo que atribuem que foi a democracia que conseguiu, quem na realidade foi exatamente o capitalismo. Ai eu pergunto: Em compensação o que o Islã trouxe para o resto do mundo?

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    1. Haha, eu não vou nem falar o que penso dessa religião, para não gerar discussão desnecessária.Mais chega a ser no mínimo estupido, alguém meter o malho nos EUA, para defender regimes como o do Irã e da Coreia do Norte, que representam o que há de mais retrogrado no mundo.

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    2. Eu sou contra a maioria das guerras promovidas pelos EUA, mais quando acabarem com o Irã vai ser bem feito, já vai tarde esse símbolo de retrocesso humano personificado nessa revolução do Irã desde de 1979.

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    3. Concordo com você Jones, é absurdo mesmo e tem que acabar. Como uma não-judia, mas LÚCIDA, espero Edson Silva que esse totalitarismo islâmico acabe um dia, e que o Irã deixe de ser um protótipo primário do inferno e que a população iraniana seja livre. Atacar os judeus na tua opinião sobre o Irã te alia a um lado da guerra... e ainda prova o quanto é verdadeira essa questão de "ódio gratuito pelos judeus". Se for preciso apelar para política de intervenção dos EUA que seja!!

      Kah.

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    4. Olhem só os pacifistas seguindo a mesma linha de retaliação iraniana.Qualquer sistema avança em sua ciência, até o feudalismo deu seus passos. O uso do capital é necessário a qualquer ação, agora quando ele acumula fortuna em detrimento de poucos ele passa a ser danoso. O Irã não sucumbirá a esse tipo de economia que já provocou duas guerras mundias e acirra confrontos em todo o mundo cada vez mais repleto de miseráveis. Voce acha que Israel com seus 110.000km2 vai parar com sua política de assentamentos escravizando os palestinos?E lembre-se um conflito contra os persas envolverá os russos e chineses.

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  4. Esses pessoal que falam em acabar com Irã na maioria deles são Judeus famintos por sangues e por Guerra. Mantém os Palestinos em gueto e pobreza , ainda falam mal do Irã..

    OS Judeu não são fieis aos países que moram, principalmente ao Brasil. Todas as vezes que o governo brasileiro é contra interesse do Israel e os EUA, eles metem pau no governo brasileiro. Me lembro quando governo Lula e a Turquia tentaram fazer acordo na questão nuclear do Irã. Ficaram metendo pau, pois a paz não interessa a eles e sim a guerra.

    Eles querem ameaçar os outros países , porém não querem ser ameaçados. Eles atacam outros países , mas não querem ser atacado.



    Edson Silva

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  5. A questão não é ser nem a favor nem contra Israel, o que está em assunto é o Irã, esse país atualmente não representa o menor progresso para a humanidade, querem empurrar mundo a fora uma religião criada há mais de 1400 anos atrás, com ensinamentos de Maomé,religião é algo dogmático, eles dividem o ser humano em muçulmano e não muçulmano, veja aquele nobel que o Irã criou só para muçulmanos, alegando falta de oportunidade em países mais pobres, por acaso só muçulmanos passam por isso? Quase toda América latina continua ferrada, a áfrica incluindo a parte de minorias muçulmanas, mais pro o o regime iraniano só existem muçulmanos. Falam a torto e a direito em acabar com o sionismo (na prática querem dizer em acabar com Israel, sejamos sinceros, o que o Irã pode fazer contra os EUA para alegar em acabar com supostas conspirações de judeus na política americana)? Independente de possível lobby judeu ou não na política americana (afinal de contas de contas Bill Gates e quantos outros arqui-bilionários não são judeus em?). O fato que o Irã não é nada perto dos EUA para ameaçar acabar com algo ou com alguém,não vem ajudando em nada no progresso, para falarem contra o capitalismo, o regime iraniano deveria ficar na insignificância deles, de mera força razoável regional e olhe lá.

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  6. Além do fato de que o Irã não passa de uma força com capacidade de guerra assimétrica e olhe lá, que capacidade o Irã tem de projetar poder para se achar tanto? Que guerra esse país de baixo do poder dos aiatolás ganhou, para desprezarem Israel? Israel venceu a guerra dos 6 dias, e o Irã qual foi o feito, arrastar 8 anos uma guerra contra o Iraque com táticas obsoletas de ambas ás partes? Contra o mesmo Iraque que fez rigorosamente nada contra os EUA em duas guerras, o que o Iraque fez contra os EUA em duas guerras além de ser massacrado, e mostrar absoluta incapacidade de estar diante de uma guerra moderna em alta escala? O regime do Irã fala demais, e faz de menos.Os equipamentos que eles exibem com orgulho, basicamente são cópias melhoradas do que EUA e URSS produziam nas décadas de 60 e 70, com poucas exceções.

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  7. No ano de 640 depois de Cristo nasceu o Islamismo (que signfica submissão à Deus, Criador do Céu e da Terra e de tudo que há neles). O Arcanjo Gabriel foi quem ditou as palavras do Altíssimo para o Profeta Maomé (que era analfabeto não sabia ler nem escrever) recitá-lo. Aqueles que ouviam decoravam e por décadas foi assim transmitido entre aqueles que creram. Muito depois da morte do Profeta, tiveram mêdo que os ensinamentos do Alcorão se perdessem e então resolveram escrevê-lo.Isto simplesmente é um Milagre. Só aqueles que estão perdidos nas trevas não conseguem enxergar...

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    1. Nenhuma religião foi comprovada até hoje para poder vir e impor ela, isso que vc falou, a maioria disparado dos historiadores consideram um conto de fadas do nível da mitologia grega. Ninguém nunca provou a existência de divindade nenhuma apesar de exister por dedução lógica algum ser supremo, afinal de contas o cosmos não iria se criar do nada, mais o que seja esse ser supremo ou deixa de ser e ainda por cima suas possíveis vontades, ninguém prova,e muito menos o alcorão e a bíblia, nunca passaram no teste de um exame cético!

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  8. Por ser um dos oito escolhidos, não deve ser muito diferente dos demais, em termos de economia (teve debate na sexta entre os candidatos na tv iraniana, e não me pareceu pelo resumo que li da presstv que havia grandes divergências em como superar a inflação.

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  9. Bom meu assunto é militar não domino o assunto de picuinha religiosa. Agora é quase certeza se esse cara ai ganhar mesmo..e ele conseguir o apoio total de Khamenei a NUKE sai do Armário. Ai Israel e o Clube do bolinha..VÃO FALAR FINO E ANDAR REBOLANDO.

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  10. O que Israel tem a temer ao Irã? O governo iraniano dizia se atacasse a Síria seria um ataque contra Israel, Israel bombardeou duas vezes a Síria, e Irã fez o que, além de abrir a boca e reclamar?

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    1. Calma! Estratégia política e militar não algo tão simples assim. Irã e Israel sabem quem não podem se enfrentar no momento. O Exército Árabe Sírio começa a controlar as coisas na Síria. Uma guerra aberta só seria interessante de Assad estivesse perto de cair, o que não está a acontecer. O interessante é que Israel não atacou mais a Síria, mas o Pasdaran atacou posições israelenses e Israel não fez nada.
      http://www.youtube.com/watch?v=HUMT_AVZm9Y

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    2. MM, a ONU confirmou? Nos outros casos tanto quanto houve da FSA como do Exército do Bachir houve comunicados, por que apesar de reduzido ainda há monitoramento dos capacetes azuais.

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    3. Mais pelo vídeo dizem que foi a Síria e não o Irã, e realmente tem a questão levantada pelo Anonymous, existe uma confirmação independente? Porque vídeo de you tube não querem dizer muita coisa, só dá para ver o ataque, o local e quem foi atacado não dá para ver, pelo menos nesse vídeo.

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    4. Foi o Pasdaran. Quem é bem informado acerca do Oriente Médio como eu sabe que foram os iranianos que atacaram as posições israelenses e isso não aconteceu só uma vez. O vídeo diz? Por um acaso você entende hebraico? Quem diz que foi o Exército Árabe Sírio é o título do texto.

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