sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Área de defesa cresce dentro da Embraer e fatura US$ 1 bi
É um recorde: o setor de defesa da Embraer deve arrecadar US$ 1 bilhão neste ano. E não há um motivo único por trás disso. São exportações, contratos para modernizar ou fazer a manutenção de aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) e programas em áreas não aeronáuticas, como a defesa das fronteiras do país.
E em 2013 a coisa pode deslanchar ainda mais, pois no primeiro trimestre está previsto o final do detalhamento técnico do maior projeto da empresa na área militar -e também o maior avião criado pela empresa-, a aeronave de transporte e reabastecimento aéreo de combustível KC-390. Em seguida o produto deve começar a ser vendido internacionalmente.
A empresa espera que as 60 "cartas de intenção" de aquisição do KC-390 se transformem em contratos em 2013, segundo Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. Destes, 28 aviões serão para a FAB.
O bimotor a jato é o primeiro grande projeto multinacional na área de aviação em que uma empresa brasileira é a principal envolvida. O programa inclui mais de 20 parceiros e fornecedores, nacionais e internacionais.
O KC-390 está sendo construído não como uma novidade de mercado, mas para servir como "reposição", isto é, para substituir os mais de 2.000 C-130 Hercules, da americana Lockheed, em uso por mais de 70 países -incluindo o Brasil.
O KC-390 surgiu tanto de uma estratégia de mercado da empresa como de uma necessidade da FAB.
Já o avião de ataque leve e treinador ALX, ou Super Tucano A-29, foi uma concepção da Força Aérea que a Embraer produziu e se tornou um sucesso internacional de vendas.
Não precisa mais escolher por caças. O objetivo da defesa nacional já foi alcançado.
ResponderExcluirOs investimentos em defesa no mercado aberto. Pra quê encomendar trocentos caças se poderemos ganhar um dim-dim com uns 30 agora.